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Dinheiro é questão de vida ou morte?

Por 20 de agosto de 2018 Sem comentários

Dinheiro é questão de vida ou morte? Ter dinheiro e fundamental para viabilizar nossas vidas todos os dias. É a nossa capacidade de ganhar dinheiro que estabelece nosso padrão de vida: as coisas que teremos ou não acesso, o tamanho da casa que compraremos, ou não, se poderemos adquirir um carro, etc . Mas ter recursos financeiros para determinadas situações pode ser ainda mais importante. Mas o que isso significa?

Que mais do que ter para comprar é preciso guardar dinheiro para viver de fato. Seja para situações de emergência, quando nossa saúde literalmente corre riscos e são necessários tratamentos, medicações ou medidas inesperadas, seja para usufruir das experiências e prazeres que a vida oferece.

No primeiro caso, estamos falando da criação de um impreterível fundo de emergência, que pode ser acionado para solucionar qualquer imprevisto que possa arruinar a saúde das finanças domésticas, como uma doença, um sinistro ou até mesmo a perda do emprego. Embora não haja uma fórmula estabelecida, é indicado deixar guardado, pelo menos, três a seis vezes o seu rendimento  mensal.

Dinheiro-e-questao-de-vida-ou-morte Dinheiro é questão de vida ou morte?

Na segunda situação, por sua vez, estamos nos referindo à necessidade de guardar recursos para investir no que é realmente importante: você! Consumir roupas, sapatos, joias ou eletrônicos, por exemplo, pode trazer um prazer instantâneo, mas que se esvazia em instantes.  Boas experiências, por outro lado, nos acompanham para sempre. Vale fazer a viagem dos sonhos, manter um hobby um pouco mais dispendioso, tirar um ano sabático do outro lado do mundo, tirar férias com a família todos os verões. Cada pessoa sabe o que é mais importante para a sua felicidade e quais são os momentos dos quais não deve abrir mão. O que falta, às vezes, na correria do dia a dia, é lembrar.

Somos também, ocasionalmente, levados a acreditar que não é possível guardar (e investir) recursos para esses momentos especiais. Mas uma análise sincera sobre as despesas geralmente mostra que não é bem assim. Sempre é possível economizar, seja evitando a compra por impulso, normalmente desnecessária, seja revendo valores de fornecedores e serviços, incluindo telefonia, tv por assinatura, educação e até aluguéis, se for o caso. Quase sempre é possível renegociar ou substituir, pois o mercado é dinâmico e a concorrência acirrada. Com a planilha de gastos ajustada basta fazer um bom planejamento. Os quesitos a serem respondidos são os necessários para qualquer investimento: Qual o objetivo e quanto recurso será necessário para realiza-lo? Qual o prazo? Qual o aporte mensal disponível? Com esse panorama será possível estabelecer a melhor estratégia de investimento para o seu “fundo de vida é urgente”.

 

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