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Renda Fixa: sabia mais sobre esse tipo de investimento

Por 17 de setembro de 2018 Sem comentários
renda fixa

Quando falamos em renda fixa, logo vem à cabeça a poupança, investimento que foi o preferido dos brasileiros por gerações. E segundo dados da Associação Brasileira das Entidades de do Mercado Financeiro e de Capitais (Anbima) continua sendo, já que 85% dos investidores nacionais optam por essa modalidade. São mais de 62 milhões de contas.

Renda fixa, no entanto, é um termo muito mais amplo. Refere-se a qualquer tipo de investimento que possui regras de remuneração definidas no momento da aplicação no título. Essas regras estipulam o prazo e a forma que a remuneração será calculada e paga ao investidor. Pode-se resumir a operação da seguinte forma: você empresta dinheiro para uma empresa ou instituição e é remunerado.

Nessa modalidade estão o CDB (títulos de bancos), o Tesouro Direto (títulos públicos), LCI (título usado no ramo de imóveis), LCA (título usado no ramo agropecuário) e as debêntures. Essas opções igualmente conservadoras, têm se mostrado mais atraentes para quem quer realmente retorno, ainda mais se levarmos em consideração a taxa Selic de 6,75% (lembrando que o cálculo do rendimento da poupança é: 70% da Selic + TR).

A lucratividade é proporcional ao tempo de imobilização do capital e ao risco envolvido, embora esse risco seja bastante reduzido nos produtos de renda fixa, já que existe o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que garante reembolso de até R$ 1 milhão por CPF em caso de falência da instituição na qual se investiu.

Há um leque interessante para quem quer se aprofundar um pouco mais no mercado financeiro, sem se aventurar demais. O CDB, por exemplo, tem três tipos: os pré-fixados, com remuneração previsível, já que atrelada a um percentual do CDI; pós-fixado, que acompanha a variação da Selic; e aqueles que reúnem uma taxa pré-fixada com um índice de inflação. A liquidez pode ser diária.

Os certificados imobiliários, assim como os agrícolas têm a vantagem de não gerarem imposto de renda para pessoa fixa, mas não são cobertos pelo FGC. O prazo para resgate depende de cada título, mas costuma ser mais longa.  

Os debêntures, por as vez, são investimentos que requerem geralmente mais prazo, valores de investimento e remuneração são definidos por cada empresa da qual o investidor se torna credor. Também não são cobertos pelo FGC.

As letras de câmbio, no entanto, costumam apresentar maior rentabilidade e são cobertas pelo FGC, mas exigem mais tempo e investimentos a partir de R$ 5mil para trazerem bons lucros.

Ao aderir ao Tesouro Direto você adquire, via internet, títulos públicos, que podem ser pré-fixados, indicados para quem pensa no resgate em médio prazo; ou pós-fixados, para quem deseja retorno mais rápido. Os riscos são baixos e o retorno costuma ser bastante satisfatório.

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